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segunda-feira, 14 de setembro de 2020

DE COLÓNIA A NAÇÃO

 
Palácio da Bolsa, Porto, Portugal (2016)

"Desejado por quase toda a gente e ainda por cima com a pressão da Inglaterra (para quem a independência do Brasil trazia imensas possibilidades de expansão económica e política, ao mesmo tempo que enfraquecia Portugal, colocando-o ainda mais, se possível, na dependência inglesa), alcançou-se bem depressa um acordo entre as duas partes. Em finais de 1823, as derradeiras tropas portuguesas deixavam o Brasil, poucos obstáculos ficando agora no caminho do apaziguamento. Em 29 de Agosto de 1825, o tratado do Rio de Janeiro reconhecia a separação do Brasil e a sua conversão em império. Nos termos das suas cláusulas, D. João VI era proclamado co-imperador (teórico) do novo Estado em sua vida. Com muito pouco derramamento de sangue e tão pacificamente quanto possível (houvera, é certo, alguns combates na Baía e no Rio) a maior nação da América Latina alcançara a soberania plena no seu território. Para Portugal, também, uma nova época ia começar."

in "História de Portugal", Volume II, Do Renascimento às Revoluções Liberais, de A.H. de Oliveira Marques (1997)


                           "Pedro Brasil" - DJAVAN (1981)

quinta-feira, 23 de julho de 2020

LOUSÃ (LOUSÃ, COIMBRA)

Portugal dos Pequenitos, Coimbra, Portugal (2013)

"Segundo uma lenda, foi seu fundador Arunce, rei de Conímbriga, contemporâneo de Sertório. A cidade situava-se, nessa altura, perto do mar, pelo que era frequentemente assaltada e saqueada por navios piratas. Numa destas ocasiões, o rei Arunce, forçado a abandonar a sua corte, foi refugiar-se com a sua filha Peralta num castelo que mandara erigir em plena serra. Em redor desse castelo formou-se mais tarde a vila de Arouce - que em 943 era uma cidade de certa importância, aparecendo referida numa escritura de doação feita ao Mosteiro do Lorvão -, que os Árabes pronunciaram Aloçan, donde derivou Lousã.
A Lousã recebeu o primeiro foral de D. Afonso Henriques, mais tarde confirmado por D. Afonso II. D. Manuel outorgou-lhe foral novo em 1513.
Numa das salas dos Paços do Concelho existe uma tela de Carlos Reis alusiva à lenda da origem da vila."

in "Tesouros Artísticos de Portugal", edição das Selecções do Reader's Digest (1976)


                             Matinal - MADREDEUS (1990)

sábado, 2 de maio de 2020

III PRIMÓRDIOS DA EXPANSÃO

São Pedro de Moel, Marinha Grande, Portugal (2019)

«Têm aos pés o mar novo e as mortas eras» (Fernando Pessoa, Mensagem, V, 1)

Separador in História de Portugal, Volume I, Das Origens Ao Renascimento, de A.H. de Oliveira Marques



                                         Sete Mares - SÉTIMA LEGIÃO (1987)